O câncer de próstata ocorre quando as células da próstata passam a se multiplicar de forma desordenada, podendo permanecer localizada por longos períodos ou se
espalhar para outras partes do corpo se não for diagnosticada precocemente.
No Brasil, é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, quando excluídos os tumores de pele não melanoma. Em valores absolutos, é também um dos cânceres mais frequentes no mundo.
Para o triênio 2026-2028, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 77.920 casos novos por ano no Brasil, com um risco estimado de aproximadamente 74,6 casos novos a cada 100 mil homens. O câncer de próstata continua sendo uma das principais preocupações de saúde masculina devido à sua frequência e impacto.
O câncer de próstata ocorre quando as células da próstata passam a se multiplicar de forma desordenada, podendo permanecer localizada por longos períodos ou se
espalhar para outras partes do corpo se não for diagnosticada precocemente.
No Brasil, é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, quando excluídos os tumores de pele não melanoma. Em valores absolutos, é também um dos cânceres mais frequentes no mundo.
Para o triênio 2026-2028, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 77.920 casos novos por ano no Brasil, com um risco estimado de aproximadamente 74,6 casos novos a cada 100 mil homens. O câncer de próstata continua sendo uma das principais preocupações de saúde masculina devido à sua frequência e impacto.
Nos casos de doenças mais agressivas, consideradas de alto risco, e até mesmo
algumas de risco intermediário, o médico pode julgar necessário o uso de exames para
detectar se a doença está limitada à próstata ou se já acomete outros órgãos.
Nesse
caso, alguns exames indicados são o PET de PSMA e a ressonância do corpo inteiro.
Entretanto, esses exames, devem ser muito bem indicados e interpretados para que a
decisão terapêutica seja acertada.
Nos casos de doenças mais agressivas, consideradas de alto risco, e até mesmo
algumas de risco intermediário, o médico pode julgar necessário o uso de exames para
detectar se a doença está limitada à próstata ou se já acomete outros órgãos.
Nesse
caso, alguns exames indicados são o PET de PSMA e a ressonância do corpo inteiro.
Entretanto, esses exames, devem ser muito bem indicados e interpretados para que a
decisão terapêutica seja acertada.
A ultrassonografia é o exame de imagem mais utilizado para a avaliação da hiperplasia
prostática benigna (HPB).
A partir desse exame, o médico pode extrair informações
como o tamanho e a forma da próstata, a espessura da parede da bexiga (para saber se
ela está muito musculosa, o que seria um sinal indireto de esforço mantido para
urinar), o resíduo de urina que fica na bexiga após o paciente urinar e, até mesmo, se
há alguma lesão sugestiva de câncer, divertículos ou cálculos na bexiga.
Essas
informações são de suma importância para que o urologista possa decidir qual o
tratamento mais adequado ao seu caso.
A ultrassonografia é o exame de imagem mais utilizado para a avaliação da hiperplasia
prostática benigna (HPB). A partir desse exame, o médico pode extrair informações como o tamanho e a forma da próstata, a espessura da parede da bexiga (para saber se ela está muito musculosa, o que seria um sinal indireto de esforço mantido para urinar), o resíduo de urina que fica na bexiga após o paciente urinar e, até mesmo, se há alguma lesão sugestiva de câncer, divertículos ou cálculos na bexiga.
Essas informações são de suma importância para que o urologista possa decidir qual o
tratamento mais adequado ao seu caso.
Quando o paciente recebe um laudo de biópsia de próstata, frequentemente surgem dúvidas centrais.
O tipo mais comum de câncer de próstata é o adenocarcinoma. Assim, quando esse termo aparece no resultado da biópsia, significa que foi identificado o tipo histológico mais frequente da doença. O exame também informa a extensão do tumor nos fragmentos analisados e no conjunto da amostra, oferecendo ao médico uma estimativa do volume da doença. Além disso, a biópsia pode indicar a localização do tumor dentro da próstata e se há características de variantes histológicas mais agressivas.
Outro dado importante descrito no resultado é o escore de Gleason ou a classificação ISUP, sistemas utilizados para avaliar o grau de agressividade do tumor com base na aparência das células ao microscópio. De forma geral, quanto maior a pontuação ou o
grupo ISUP, maior tende a ser o potencial de crescimento e disseminação da doença.
Ao analisar a biópsia, o patologista avalia o quanto as células do tumor se assemelham às células normais da próstata e, com base nisso, atribui uma classificação. Notas mais baixas indicam células mais parecidas com o tecido normal, geralmente associadas a
tumores menos agressivos. Já notas mais altas correspondem a células mais indiferenciadas, isto é, mais diferentes do tecido saudável e com maior potencial de agressividade.
Atualmente, o câncer de próstata é classificado em grupos ISUP de 1 a 5, sendo o grupo 1 considerado o menos agressivo e o grupo 5 o mais agressivo. Essa classificação é fundamental para auxiliar na definição da estratégia de tratamento mais adequada para cada paciente.
PSA é uma sigla para o antígeno prostático específico, que é uma molécula produzida e secretada pela próstata para liquefazer o sêmen. Nos casos de câncer de próstata, os níveis detectados no sangue de PSA se elevam. Entretanto, é importante ter em mente que o psa pode se elevar por outras condições que não são relacionadas ao câncer de próstata como por exemplo inflamações, cirurgias, traumas entre outros, por isso a avaliação do médico é tão importante. Há subtipos e refinamentos do psa que podem ajudar a decidir o melhor caminho.