nefrectomia

NEFRECTOMIA
PARCIAL E TOTAL

Existem dois tipos de procedimentos: a Nefrectomia Parcial é a remoção de parte dos rins acometidos por um tumor, já na Nefrectomia Total são retirados o rim, os gânglios da proximidade, a glândula suprarrenal e parte do ureter quando a causa da remoção é um grande tumor. Mas o rim também pode ser removido por causas benignas, como doenças inflamatórias em rins sem função.

Conheça alguns fatores de risco para o câncer de rim:

  • Atinge homens e mulheres, geralmente depois dos 50 anos.
  • Geralmente é descoberto de forma ocasional, por ainda não apresentar sintomas.
  • Algumas síndromes genéticas como Esclerose tuberosa, von Hippel-Lindau, Birt-Hogg-Dubé e Leiomiomatose hereditária estão associadas a tumores renais.

Sintomas em casos mais avançados da doença:

  • Perda importante de peso.
  • Dores nas costas.
  • Sangramento ao urinar.

Vale lembrar que, se descoberto em fase inicial, há grande probabilidade de cura e de preservação de parte do rim. Por isso, é importante visitar seu médico para exames de rotina.

Nefrectomia Parcial e Total Robótica ou
Robô-Assistida

A cirurgia tem o objetivo de curar o câncer de rim. Por meio da Nefrectomia parcial o tumor é removido e o órgão reconstruído de forma rápida, evitando lesões renais pela isquemia. Pelo procedimento robótico, a sutura para a reconstrução do rim é mais rápida e segura do que por via laparoscópica, possibilitando menor tempo de isquemia e maior segurança.

Por este procedimento é possível diminuir o sangramento, minimizar a dor e a recuperação no pós-operatório é bem mais rápida do que nas cirurgias abertas. Assim, o paciente consegue retornar às suas atividades normais em um curto período de tempo.

Saiba porque optar pela cirurgia robótica:

  • Controle preciso dos instrumentos que reproduzem com perfeição os movimentos da mão do cirurgião. 
  • Imagens com resolução de qualidade, tornando o detalhamento dos planos dos tecidos e anatomia crítica mais claros e fiéis à realidade. 
  • Sangramento mínimo e menor chance de transfusão sanguínea. 
  • Menor tempo de hospitalização. 
  • Menos dor pós-operatória e melhor resultado estético.
  • Menor incidência de infecção de ferida operatória.

Por esses e tantos outros motivos a escolha por este tipo de cirurgia tem sido crescente, afinal, trata-se de um procedimento minimamente invasivo, que não necessita de grandes incisões abdominais, com bastante segurança e agilidade na reconstrução do rim remanescente.